Olá queridos leitores e amigos,
Numa altura em que se reflete sobre o que se fez e não fez, o que se tem e não tem, o que se quer e não quer, o que poderia ter sido melhor ou pior, prefiro fazer essa reflexão para mim e deixar-vos apenas com este mimo que funciona comigo:
Procurem pequenos momentos para vós. Apenas para estarem convosco.
Andamos sempre rodeados de pessoas, ruído que nos perturba a tranquilidade e provoca stress mas a boa notícia é que existem pequenos truques que nos poderão ajudar a serenar a mente, a fazer-nos sentir mais calmos e com uma agilidade mental muito maior.
Se estou fora de casa e não tenho forma de escapar à quantidade de gente e aos estímulos que me rodeiam utilizo algumas estratégias, por exemplo:
- num Centro Comercial, num Hospital (whatever!) reservo alguns minutos para ir ao WC. Fecho a porta e fecho os olhos por alguns instantes concentrando-me apenas nos sons que vão e vêm, noto a minha respiração e faço 3 ciclos respiratórios (inspiro, expiro, ...). O meu bater de coração volta ao normal. Recarrego a bateria da tranquilidade.
- se estou dentro de um carro, no trânsito, ou numa fila de espera no supermercado e me sinto a entrar em stress opto por ficar atenta ao tipo de sentimentos que estou a vivenciar (raiva, frustração, irritação...).
Atento ao que estou a pensar e ao que sinto no meu corpo (tensão, desconforto...). Nesse momento opto por respirar, sentir o chão por baixo dos pés (esteja onde estiver), respiro fundo novamente (de forma natural sem que os outros se apercebam), tenho consciência das pessoas perto de mim. Procuro abstrair-me das suas conversas e da sua irritabilidade.
Sempre que a fila avança descontraio mais um pouco e endireito-me. Fico mais alta. Se estiver em pé dobro ligeiramente o joelho e encolho a barriga para aliviar a pressão na coluna.
Permito-me sentir o que sinto e aceito que é assim. Continuo a respirar e a estar consciente da minha respiração. deixo o tempo passar e sinto o meu corpo a ocupar o seu espaço..entretanto..chegou a minha vez!
Assim te(vos) desejo uma [boa transição para 2016] enrolada em papiro mágico e com perfume a Quartzo Rosa*
Teresa
Wednesday, 30 December 2015
Sunday, 29 November 2015
És presunçoso? És presunçosa?
Olá queridos leitores e amigos,
Há dias uma amiga partilhou comigo
que tinha conseguido organizar, com sucesso, um evento que lhe tirou algumas
horas de sono. O evento decorreu muito bem de acordo com o que tinha previsto.
Ela estava feliz mas ao mesmo tempo tinha
dificuldade em reconhecer que tinha sido realmente boa naquilo que fez.
Estávamos acompanhadas por outras pessoas quando lhe dei os parabéns ao que respondeu
com um singelo: “ah…isto não foi nada, era o meu dever…” Como não foi nada? Foi
muito! Porque será que temos tanta dificuldade em assumir publicamente que somos
ou fomos bons em alguma coisa?
Efetivamente tem uma explicação.
Quando somos pequenos fazem-nos
acreditar que gostar de nós em demasia é de mau gosto. Se nos apreciamos, autopromovemos
o que fazemos, autoelogiamos ou nos admiramos somos mal entendidos. "Parece mal"…
Curiosamente, em pequenos
ensinam-nos hábitos de higiene pessoal (tomar banho, lavar os dentes, etc..)
mas a higiene mental é profundamente descuidada.
Valorizamos a grande modéstia e humildade
quando por dentro até estamos a pular de alegria pelas nossas conquistas mas…..
refreiem-se os ânimos minha gente! Controlemos o autoelogio. Esta modéstia
destrutiva que arruína as nossas virtudes terá custos elevados quando nos
tornamos adultos, a tristeza crónica e a depressão são alguns deles.
Naturalmente que…impere o bom senso
nas nossas atitudes, ainda assim aprender a gostar de nós próprios sem nos
sentirmos culpados é o maior presente que nos podemos oferecer.
Como é bom cuidarmo-nos, descobrir o
que nos faz saltar o coração, fazermos escolhas…
Rebatam as vossas crenças de que “é
mau falar bem de si próprio” , “parece mal assumir publicamente que fiz um bom
trabalho”, “depois dizem que tenho a mania”. Procurem aceitar com autenticidade
o que acham que fizeram bem, ou assumir as vossas virtudes pois esse estado de "ah..não foi nada, foi o meu dever" - propaga-se aos momentos em que estão sós.
A imagem que temos de nós mesmos é aprendida,
não é inata, por isso cultivem o amor por vós. Apliquem creme no corpo,
celebrem as vossas vitórias (mesmo que pequenas), aproximem-se e rodeiem-se de
pessoas que vos valorizem e lembrem-se de verbalizar afirmações positivas: “eu
sou uma pessoa de valor, amo-me, cuido-me, tenho um raciocínio rápido, sou
inteligente, sou sensível, sou amorosa/o, simpático/a….”.
O único responsável pela tua
felicidade és tu mesmo!
Tenham um excelente domingo!
Teresa
Sunday, 15 November 2015
Foco.Desfoco.Foco.Desfoco.FOCO
Caros amigos e leitores,
Há dias estava desesperada e de mente desfocada pois tinha um amontoado de tarefas para fazer: tarefas de domínio profissional, tarefas do lar, burocracias para tratar...the real caos!
Um exemplo para que percebam o nível de (des)foco e vejam se também já sentiram o mesmo:
Habitualmente construo uma lista com todos os assuntos e tarefas que procuro fazer naquele dia e à medida que as vou concluindo coloco uma flag ou "pisco"(como queiram) no ponto em questão. Neste dia estava a demorar a "picar" os pontos que tinha determinado.
Momento 1
Ligo o PC para adiantar umas tarefas de trabalho, toca o telemóvel. Atendo, resolvo o assunto e regresso à tarefa A (vamos chamar desta forma para facilitar).
Demoro uns segundos a voltar ao raciocínio da tarefa que estava a fazer.
Momento 2
Estou de volta da tarefa A. Os e-mails estão a cair e tenho a tentação de abrir (pensando "pode ser alguma coisa importante"). Abro 1 e-mail com o pedido de resolução de uma outra tarefa da empresa (tarefa B). Penso por instantes: "espera...já vou tratar disto, é importante mas tenho de terminar o que estou a fazer".
Demoro mais alguns segundos a sintonizar-me com a tarefa A. Fico a remoer..."bom, o melhor é já despachar a tarefa B para não pensar mais nisto!". Trato da tarefa B. Disperso...e volto à tarefa A.
Que canseira...e nisto já passou meia hora desde a hora que iniciei a tarefa A.
Por vezes trabalho a partir de casa e naquele dia tocaram à campainha. Bolas! Lá me levanto e afinal era o carteiro!
Regresso à tarefa A e entretanto o horário que tinha definido como limite para concluir a tarefa A já passou em 10 minutos. Culpabilizo-me pela minha dispersão...
Lembro-me, entretanto, que ainda tenho de ir às compras hoje...
Em suma, provavelmente identificam-se com este "drama" consecutivo. Este problema trata-se de uma falta de FOCO , definida como uma medida de atenção e de alocação de recursos mentais.
Poderão imaginar quantos CEO's têm de responder a solicitações constantes tendo que estender as suas jornadas diárias de trabalho para além do razoável por não terem conseguido colocar o "pisco" em todas as tarefas e assuntos a resolver?
Talvez seja curioso pensar que , muitos de nós, durante o dia de trabalho gostamos de consultar o jornal "Público" online ou mesmo dar um salto ao Facebook, ou ajudar um colega que precisa de orientação, ou de atender um cliente e ter de gerir pedidos por e-mail, tudo em simultâneo! E está tudo bem..não fosse ter passado 1 hora para além do razoável.
Quantos de nós resistem a uma notificação de novo e-mail no telefone ou um alerta de mensagem escrita? Por vezes é superior a nós pois necessitamos de eliminar a dúvida e concluir o processo de incerteza!
Pois é, partilho uma dica recente:
Para estimularmos o FOCO e aumentarmos a produtividade resistindo aos alertas de e-mail, toque de campainha ou de telemóvel o melhor é "condicionar o contexto para reduzir ou mesmo suspender estímulos externos em períodos específicos" (Mata, 2015).
Em vez de contrariarmos a tentação o melhor é mesmo reduzir os estímulos, o ruído virtual e afins!
Antes disso importa lembrar que é importante que conheçamos e aceitemos os nossos limites de focalização para que desta forma possamos fazer as melhores escolhas sobre as atividades prioritárias no momento.
Por exemplo: se sei que me distraio com o facebook ou e-mail, o melhor é entre as "x" e as "y" desligar a internet e concentrar-me em 1 tarefa de cada vez.
Gonçalo Gil Mata lembra-nos que "100 mensagens num dia de trabalho podem provocar, em média, uma interrupção a cada 5 minutos".
Experimentem!
créditos: Adriano Hamaguchi
E aqui está a referência ao livro que me tem ajudado:
Mata, G. (2015). Ainda não tive tempo - 7 passos para ser mais produtivo com menos disciplina. Porto: Porto Editora
Tenham um fim de domingo excelente!
Teresa
Há dias estava desesperada e de mente desfocada pois tinha um amontoado de tarefas para fazer: tarefas de domínio profissional, tarefas do lar, burocracias para tratar...the real caos!
Um exemplo para que percebam o nível de (des)foco e vejam se também já sentiram o mesmo:
Habitualmente construo uma lista com todos os assuntos e tarefas que procuro fazer naquele dia e à medida que as vou concluindo coloco uma flag ou "pisco"(como queiram) no ponto em questão. Neste dia estava a demorar a "picar" os pontos que tinha determinado.
Momento 1
Ligo o PC para adiantar umas tarefas de trabalho, toca o telemóvel. Atendo, resolvo o assunto e regresso à tarefa A (vamos chamar desta forma para facilitar).
Demoro uns segundos a voltar ao raciocínio da tarefa que estava a fazer.
Momento 2
Estou de volta da tarefa A. Os e-mails estão a cair e tenho a tentação de abrir (pensando "pode ser alguma coisa importante"). Abro 1 e-mail com o pedido de resolução de uma outra tarefa da empresa (tarefa B). Penso por instantes: "espera...já vou tratar disto, é importante mas tenho de terminar o que estou a fazer".
Demoro mais alguns segundos a sintonizar-me com a tarefa A. Fico a remoer..."bom, o melhor é já despachar a tarefa B para não pensar mais nisto!". Trato da tarefa B. Disperso...e volto à tarefa A.
Que canseira...e nisto já passou meia hora desde a hora que iniciei a tarefa A.
Por vezes trabalho a partir de casa e naquele dia tocaram à campainha. Bolas! Lá me levanto e afinal era o carteiro!
Regresso à tarefa A e entretanto o horário que tinha definido como limite para concluir a tarefa A já passou em 10 minutos. Culpabilizo-me pela minha dispersão...
Lembro-me, entretanto, que ainda tenho de ir às compras hoje...
Em suma, provavelmente identificam-se com este "drama" consecutivo. Este problema trata-se de uma falta de FOCO , definida como uma medida de atenção e de alocação de recursos mentais.
Poderão imaginar quantos CEO's têm de responder a solicitações constantes tendo que estender as suas jornadas diárias de trabalho para além do razoável por não terem conseguido colocar o "pisco" em todas as tarefas e assuntos a resolver?
Talvez seja curioso pensar que , muitos de nós, durante o dia de trabalho gostamos de consultar o jornal "Público" online ou mesmo dar um salto ao Facebook, ou ajudar um colega que precisa de orientação, ou de atender um cliente e ter de gerir pedidos por e-mail, tudo em simultâneo! E está tudo bem..não fosse ter passado 1 hora para além do razoável.
Quantos de nós resistem a uma notificação de novo e-mail no telefone ou um alerta de mensagem escrita? Por vezes é superior a nós pois necessitamos de eliminar a dúvida e concluir o processo de incerteza!
Pois é, partilho uma dica recente:
Para estimularmos o FOCO e aumentarmos a produtividade resistindo aos alertas de e-mail, toque de campainha ou de telemóvel o melhor é "condicionar o contexto para reduzir ou mesmo suspender estímulos externos em períodos específicos" (Mata, 2015).
Em vez de contrariarmos a tentação o melhor é mesmo reduzir os estímulos, o ruído virtual e afins!
Antes disso importa lembrar que é importante que conheçamos e aceitemos os nossos limites de focalização para que desta forma possamos fazer as melhores escolhas sobre as atividades prioritárias no momento.
Por exemplo: se sei que me distraio com o facebook ou e-mail, o melhor é entre as "x" e as "y" desligar a internet e concentrar-me em 1 tarefa de cada vez.
Gonçalo Gil Mata lembra-nos que "100 mensagens num dia de trabalho podem provocar, em média, uma interrupção a cada 5 minutos".
Experimentem!
créditos: Adriano Hamaguchi
E aqui está a referência ao livro que me tem ajudado:
Mata, G. (2015). Ainda não tive tempo - 7 passos para ser mais produtivo com menos disciplina. Porto: Porto Editora
Tenham um fim de domingo excelente!
Teresa
Sunday, 8 November 2015
A minha contribuição...
Foi com muito orgulho que recebi há uns meses o convite da APDASC (Associação Portuguesa Desenvolvimento da Animação Sociocultural) para integrar, como co-autora, um livro que servirá por certo a animadores e outros técnicos de intervenção social que trabalhem com a Terceira Idade.
Mais um instrumento de trabalho!
Enquanto animadora sociocultural que interveio com a terceira idade acumulei um manancial de experiências que coloco à disposição de futuros animadores, cuidadores e outros interessados em saber mais sobre estas temáticas.
O Livro tem como título "Jogos e Atividades Adaptadas ao Trabalho com Seniores" (Cerca de 75 propostas e variantes de jogos, exercícios, construções, oficinas, atividades e programas em animação sociocultural, que procuram promover uma relação consciente e positiva do sénior consigo próprio, com o grupo e com a comunidade.
Uma recolha experimentada dos animadores socioculturais Ana Correia, Ana Silva, Bruno Trindade, Carlos Costa, Isabel Filipe, Teresa Peral e Nelson Rebola, promovida pela APDASC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Animação Sociocultural) e inserida no Programa do XXI Congresso Internacional de Animação Sociocultural "Cooperação Desenvolvimento e Futuro " - Assembleia Internacional Juvenil 2015 - Millennium Checkpoint, que irá decorrer nos dias 20 e 21 de novembro de 2015, na Ericeira (Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva) - www.congressoapdasc.com.
O livro será lançado Sexta-feira, 20 de Novembro às 16:15 no Congresso e estarei presente com os meus colegas a falar sobre o mesmo e a partilhar as nossas experiências.
Evento facebook: https://www.facebook.com/events/448071615389140/
Nota:
Brevemente será disponibilizado o preço e a forma de aquisição do livro, sendo que, presencialmente (no Congresso), pode ser adquirido com desconto exclusivo. Para efetuar a pré-reserva do livro, pf. enviem um email para congressoapdasc2015@gmail.com, indicando o título do livro, o nome completo, morada, número de identificação fiscal e telemóvel.
Enquanto animadora sociocultural que interveio com a terceira idade acumulei um manancial de experiências que coloco à disposição de futuros animadores, cuidadores e outros interessados em saber mais sobre estas temáticas.
O Livro tem como título "Jogos e Atividades Adaptadas ao Trabalho com Seniores" (Cerca de 75 propostas e variantes de jogos, exercícios, construções, oficinas, atividades e programas em animação sociocultural, que procuram promover uma relação consciente e positiva do sénior consigo próprio, com o grupo e com a comunidade.
Uma recolha experimentada dos animadores socioculturais Ana Correia, Ana Silva, Bruno Trindade, Carlos Costa, Isabel Filipe, Teresa Peral e Nelson Rebola, promovida pela APDASC - Associação Portuguesa para o Desenvolvimento da Animação Sociocultural) e inserida no Programa do XXI Congresso Internacional de Animação Sociocultural "Cooperação Desenvolvimento e Futuro " - Assembleia Internacional Juvenil 2015 - Millennium Checkpoint, que irá decorrer nos dias 20 e 21 de novembro de 2015, na Ericeira (Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva) - www.congressoapdasc.com.
O livro será lançado Sexta-feira, 20 de Novembro às 16:15 no Congresso e estarei presente com os meus colegas a falar sobre o mesmo e a partilhar as nossas experiências.
Evento facebook: https://www.facebook.com/events/448071615389140/
Nota:
Brevemente será disponibilizado o preço e a forma de aquisição do livro, sendo que, presencialmente (no Congresso), pode ser adquirido com desconto exclusivo. Para efetuar a pré-reserva do livro, pf. enviem um email para congressoapdasc2015@gmail.com, indicando o título do livro, o nome completo, morada, número de identificação fiscal e telemóvel.
Grata por poder dar o meu contributo!
Acredito que será uma ferramenta muito útil resultante do trabalho de vários animadores que conhecem de perto as fragilidades deste grupo etário - os séniores.
Tenham um excelente domingo ( e apareçam!).
Teresa
Sunday, 1 November 2015
Anatomia de um domingo (grey) e uma questão de foco...
Queridos amigos e leitores,
Bom domingo.
Esta manhã começo o dia dando um ternurento BEIJO de PARABÉNS à minha Avó pelos seus 90 anos.
Em seguida levo os meus pés a deslizar pelo relvado da pitoresca Gulbenkian, onde páro para tomar um café na esplanada da Cafetaria do Museu Gulbenkian e ler umas linhas sobre "direção - o propósito como alicerce de produtividade"...um capítulo do novo livro de Gonçalo Gil Mata - [Ainda não tive tempo - 7 passos para ser mais produtivo com menos disciplina]. Ora leiam este trecho da introdução:
Imagine-se na correria matinal de uma qualquer segunda-feira de trabalho. Acaba de entrar no seu carro, arranca, e logo a seguir constata que algo na caixa de velocidades não está bem: só entra a primeira! Já a ficar atrasado, decide tentar chegar ao emprego assim mesmo: só com a primeira velocidade engrenada. Consegue imaginar a viagem sem poder usar outras mudanças? (Mata, p.11, 2015)
Andamos sempre a correr com a (falsa) sensação de que fazer muitas coisas é sinónimo de produtividade (a nível pessoal, profissional, etc..) mas paremos para pensar se somos assim tão produtivos ou vivemos continuamente a desperdiçar recursos como a ATENÇÃO?
Eu decidi começar a orientar a minha atenção e foco para aquilo que me é essencial e por isso vou treinando essa competência quase espontanea e naturalmente.
Este livro também me ajuda. Estou a gostar e recomendo!
Voltando à esplanada da cafetaria e ao momento em que contemplo o meu (momento) café da manhã...
....Ao meu redor imperam conversas triviais em língua inglesa...por momentos teletransporto-me para um qualquer país do centro da Europa e desfruto de uma esplanada em que a chuva e o frio não são desculpa para não ESTAR e não CONTEMPLAR.
Olho os pombos que se abeiram à mesa da esplanada aguardando o mais leve descuido dos presentes para bicarem uma migalha de um "queque", Duchesse ou "bolo de arroz".
Escuto a água da chuva e do lago, os passos dos clientes no soalho em teca que vão chegando à esplanada e continuo a leituras.
Levanto-me, finalmente, e dirijo-me ao átrio do Museu. Este cheiro, no interior do Museu lembra-me o mesmo cheiro das salas e corredores da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL). Local que conheço bem desde pequena por acompanhar a minha avó (bibliotecária na FLUL) durante parte das minhas férias escolares.
Que despertar de sensações do passado! Que maravilha!
Saio do Museu e embrenho-me no jardim da Gulbenkian. Observo os patos, os peixes, os lagos, as gotas de água da chuva e as flores que ganham um tom vivo de outono. O perfume da vegetação molhada torna-se na essência que faltava para que leve esta "moldura" de sentidos comigo.
Termino a minha manhã (meditativa) repleta de sensações positivas.
E porque me sinto revigorada com a minha manhã?
Porque:
1. Estive com a avó, um pilar na minha Vida;
2. Estimulei quase todos os meus sentidos neste meu percurso matinal;
3. Observei e notei aspetos que noutro tempo me passariam despercebidos.
Com toda esta minha partilha relembro-vos um aspeto importante - a ATENÇÃO - "um instrumento mental pouco notado e subestimado", segundo Daniel Goleman, o expert em Inteligência Emocional.
Além do benefício que sinto no imediato (sensações positivas) de cada vez que me permito contemplar, apercebo-me e constato que "o foco interno harmoniza-nos com as nossas intuições, valores orientadores e melhores decisões" e que "o foco nos outros facilita as nossas ligações com as pessoas nas nossas vidas." (Goleman, p.10, 2013).
Sugestão para vocês:
Encontrem um dia, ou momento no vosso dia para caminhar 15 minutos e observarem o que vos rodeia. Pode ser no contexto de uma cidade ou num meio mais calmo. É o que vos fizer sentido.
Experimentem fazer isto 2 dias por semana, depois vão aumentando o nº de dias e vejam a diferença no vosso foco.
Integrem este hábito na vossa vida. Mesmo no Metro, em esplanadas, etc.....notem o que vos rodeia. Expandam a vossa intuição e exercitem o vosso músculo da ATENÇÃO e irão aperceber-se de que perder as chaves, o telemóvel ou o guarda-chuva serão problemas do passado.
Tenham um domingo repleto de ATENÇÃO e FOCO e um sonzinho final de tarde
Teresa
Bom domingo.
Esta manhã começo o dia dando um ternurento BEIJO de PARABÉNS à minha Avó pelos seus 90 anos.
Em seguida levo os meus pés a deslizar pelo relvado da pitoresca Gulbenkian, onde páro para tomar um café na esplanada da Cafetaria do Museu Gulbenkian e ler umas linhas sobre "direção - o propósito como alicerce de produtividade"...um capítulo do novo livro de Gonçalo Gil Mata - [Ainda não tive tempo - 7 passos para ser mais produtivo com menos disciplina]. Ora leiam este trecho da introdução:
Imagine-se na correria matinal de uma qualquer segunda-feira de trabalho. Acaba de entrar no seu carro, arranca, e logo a seguir constata que algo na caixa de velocidades não está bem: só entra a primeira! Já a ficar atrasado, decide tentar chegar ao emprego assim mesmo: só com a primeira velocidade engrenada. Consegue imaginar a viagem sem poder usar outras mudanças? (Mata, p.11, 2015)
Eu decidi começar a orientar a minha atenção e foco para aquilo que me é essencial e por isso vou treinando essa competência quase espontanea e naturalmente.
Este livro também me ajuda. Estou a gostar e recomendo!
Voltando à esplanada da cafetaria e ao momento em que contemplo o meu (momento) café da manhã...
....Ao meu redor imperam conversas triviais em língua inglesa...por momentos teletransporto-me para um qualquer país do centro da Europa e desfruto de uma esplanada em que a chuva e o frio não são desculpa para não ESTAR e não CONTEMPLAR.
Olho os pombos que se abeiram à mesa da esplanada aguardando o mais leve descuido dos presentes para bicarem uma migalha de um "queque", Duchesse ou "bolo de arroz".
Escuto a água da chuva e do lago, os passos dos clientes no soalho em teca que vão chegando à esplanada e continuo a leituras.
Levanto-me, finalmente, e dirijo-me ao átrio do Museu. Este cheiro, no interior do Museu lembra-me o mesmo cheiro das salas e corredores da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL). Local que conheço bem desde pequena por acompanhar a minha avó (bibliotecária na FLUL) durante parte das minhas férias escolares.
Que despertar de sensações do passado! Que maravilha!
Saio do Museu e embrenho-me no jardim da Gulbenkian. Observo os patos, os peixes, os lagos, as gotas de água da chuva e as flores que ganham um tom vivo de outono. O perfume da vegetação molhada torna-se na essência que faltava para que leve esta "moldura" de sentidos comigo.
Termino a minha manhã (meditativa) repleta de sensações positivas.
E porque me sinto revigorada com a minha manhã?
Porque:
1. Estive com a avó, um pilar na minha Vida;
2. Estimulei quase todos os meus sentidos neste meu percurso matinal;
3. Observei e notei aspetos que noutro tempo me passariam despercebidos.
Com toda esta minha partilha relembro-vos um aspeto importante - a ATENÇÃO - "um instrumento mental pouco notado e subestimado", segundo Daniel Goleman, o expert em Inteligência Emocional.
Além do benefício que sinto no imediato (sensações positivas) de cada vez que me permito contemplar, apercebo-me e constato que "o foco interno harmoniza-nos com as nossas intuições, valores orientadores e melhores decisões" e que "o foco nos outros facilita as nossas ligações com as pessoas nas nossas vidas." (Goleman, p.10, 2013).
Sugestão para vocês:
Encontrem um dia, ou momento no vosso dia para caminhar 15 minutos e observarem o que vos rodeia. Pode ser no contexto de uma cidade ou num meio mais calmo. É o que vos fizer sentido.
Experimentem fazer isto 2 dias por semana, depois vão aumentando o nº de dias e vejam a diferença no vosso foco.
Integrem este hábito na vossa vida. Mesmo no Metro, em esplanadas, etc.....notem o que vos rodeia. Expandam a vossa intuição e exercitem o vosso músculo da ATENÇÃO e irão aperceber-se de que perder as chaves, o telemóvel ou o guarda-chuva serão problemas do passado.
Tenham um domingo repleto de ATENÇÃO e FOCO e um sonzinho final de tarde
Teresa
Sunday, 25 October 2015
Em dias cinza posso escolher recorrer aos (vividos) dias de sol!
Em dias cinza posso escolher recorrer aos dias de sol!
Queridos amigos e leitores,
Adoro o outono. Sentir o perfume da terra molhada, ouvir as
folhas a cair, ver as cores lindas das árvores e arbustos.
Nestes dias a temperatura ainda é amena. Existem outras
coisas que dão para fazer em alternativa aquelas que fazemos durante o verão,
não obstante, é nesta altura que a nostalgia surge como maior frequência.
E porquê? Entre outras razões, existem evidências que
revelam que a ausência de luz natural (Sol) reduz os níveis de concentração da
Serotonina, um neurotransmissor que regula o humor e não só.
A baixa concentração de Serotonina pode levar-nos a sentir
mau humor de manhã; sonolência, vontade de comer doces, irritabilidade, etc..
De modo a contribuir para elevar os meus níveis de
Serotonina coloco em prática alguns truques:
1.
Como amêndoas e cereais integrais;
2.
Levanto-me cedo e vou caminhar;
3.
Procuro fazer algumas coisas diferentes todos os
dias;
4. Recorro a estados emocionais em que me
sentia absolutamente feliz, recordo os cheiros e os sons desses lugares.
Pegando neste último truque, aqui ficam algumas fotografias
de momentos deste verão que me fazem transportar para estados emocionais
absolutamente possibilitadores.
Este é um recurso simples a que recorro e aos quais também
poderão recorrer ouvindo aquela música que vos dá energia, lembrando cheiros
que vos tragam bem-estar, e vendo fotografias ou outras memórias que vos
alterem o estado emocional num ápice!
Life is simple!
Bom domingo.
Friday, 23 October 2015
Há coisas que só....quando nos levantamos cedo
Caros amigos & leitores,
- Há imagens que só vejo quando me levanto cedo (como o Sol a nascer);
- Há sons que só ouço quando me levanto cedo (como o canto concertado dos melros);
- Há sensações que só sinto quando me levanto cedo (como o bem-estar por cheirar os eucaliptos ou tocar na casca de uma árvore).
Tenham um dia especial*
Teresa
Wednesday, 14 October 2015
Maria e a vida num caos!
Olá caros leitores,
Partilho a história de Maria....
Maria, uma jovem portuguesa, casada e com dois filhos trabalhava como marketeer numa agência de marketing e publicidade. A vida corria bem, era uma mulher realizada, vivia numa zona nobre de Lisboa, tinha a oportunidade de viajar e a sua família era maravilhosa!
Maria era dedicada, super profissional mas, certo dia recebeu a notícia de que o seu vencimento iria sofrer um corte brutal, sendo a alternativa - o despedimento.
Essa situação inesperada surpreendeu-a e levou-a a pensar na vida. Como iria gerir todos os compromissos financeiros assumidos e manter o mesmo nível de vida? Conseguiria assegurar uma boa educação aos seus filhos? E como poderia continuar a sentir-se motivada se o nível de trabalho aumentava e o vencimento havia sido reduzido?
Os conflitos em casa começavam a surgir motivados por alguma falta de tolerância e paciência entre o casal, resultante da instabilidade por que estavam a passar. A ansiedade estava a tomar conta desta jovem mulher...
Certo dia o chefe de Maria atribuiu-lhe o projeto de um grande cliente. Esta, começou a trabalhar horas extra diárimente! O sentimento de culpa por sair tardíssimo e não ver os filhos acordados consumia-a, fumava cigarro atrás de cigarro e o stress associado ao trabalho era por demais!
Além de tudo isto, Maria ainda tinha uma equipa para liderar, uma equipa que contava com uma mulher equilibrada, inspiradora e positiva. Cheeegaaa!
Não foi difícil, face a tantas solicitações e exigências Maria sofrer um ataque de pânico que a fez deixar de reconhecer a rua de sua casa e se esquecer de ir buscar os filhos à escola naquele dia.
Maria ficou de baixa 15 dias. Após se recompor, voltou ao trabalho cheia de energia e procurando adotar uma atitude mais positiva. Estando de volta ao projeto do grande cliente, Maria e a sua equipa investiram horas sem fim. Dedicou-se profundamente aquele projeto. No final, sabia que tinha feito um ótimo trabalho.
No dia em que entregou o trabalho concluído ao seu chefe, este aanalisou-o e respondeu num tom arrogante: "O seu trabalho está mediocre! Tudo errado! Refaça-o e entregue-o amanhã até às 18h00."
Maria sentiu o chão a desaparecer. A crítica recebida daquela forma arrasou a sua autoestima, destruiu a sua autoconfiança e destronou qualquer pingo de motivação.
Que caminho escolheu Maria ? Decidiu aprofundar-se numa espiral de vítima ou escolheu controlar o seu estado emocional numa altura em que a sua vida virara um caos?
Identificam-se com alguns aspetos desta história?
Pois bem, esta narrativa retrata muitos aspetos reais e que por vezes nos fazem desesperar, deixar de confiar. Retiram-nos a esperança de uma vida harmoniosa. Pois bem, a boa notícia é que podemos escolher controlar o nosso estado emocional. Podemos escolher - hoje - escrever novas frases na pauta da nossa vida.
Por tudo isto é tão importante libertarmo-nos de crenças limitadoras, de decisões que nos limitam. Por tudo isto importa que aprendamos a libertarmo-nos de emoções negativas que dia após dia abrem chagas no nosso corpo.
Esta partilha serve o propósito de vos lembrar que embora tenhamos repetido padrões e comportamentos prejudiciais à nossa saúde mental e física durante anos consecutivos, é possível reprogramarmo-nos e instalar novos comportamentos [possibilitadores e transformadores].
Tenham uma semana excelente!
Partilho a história de Maria....
Maria, uma jovem portuguesa, casada e com dois filhos trabalhava como marketeer numa agência de marketing e publicidade. A vida corria bem, era uma mulher realizada, vivia numa zona nobre de Lisboa, tinha a oportunidade de viajar e a sua família era maravilhosa!
Maria era dedicada, super profissional mas, certo dia recebeu a notícia de que o seu vencimento iria sofrer um corte brutal, sendo a alternativa - o despedimento.
Essa situação inesperada surpreendeu-a e levou-a a pensar na vida. Como iria gerir todos os compromissos financeiros assumidos e manter o mesmo nível de vida? Conseguiria assegurar uma boa educação aos seus filhos? E como poderia continuar a sentir-se motivada se o nível de trabalho aumentava e o vencimento havia sido reduzido?
Os conflitos em casa começavam a surgir motivados por alguma falta de tolerância e paciência entre o casal, resultante da instabilidade por que estavam a passar. A ansiedade estava a tomar conta desta jovem mulher...
Certo dia o chefe de Maria atribuiu-lhe o projeto de um grande cliente. Esta, começou a trabalhar horas extra diárimente! O sentimento de culpa por sair tardíssimo e não ver os filhos acordados consumia-a, fumava cigarro atrás de cigarro e o stress associado ao trabalho era por demais!
Além de tudo isto, Maria ainda tinha uma equipa para liderar, uma equipa que contava com uma mulher equilibrada, inspiradora e positiva. Cheeegaaa!
Não foi difícil, face a tantas solicitações e exigências Maria sofrer um ataque de pânico que a fez deixar de reconhecer a rua de sua casa e se esquecer de ir buscar os filhos à escola naquele dia.
Maria ficou de baixa 15 dias. Após se recompor, voltou ao trabalho cheia de energia e procurando adotar uma atitude mais positiva. Estando de volta ao projeto do grande cliente, Maria e a sua equipa investiram horas sem fim. Dedicou-se profundamente aquele projeto. No final, sabia que tinha feito um ótimo trabalho.
No dia em que entregou o trabalho concluído ao seu chefe, este aanalisou-o e respondeu num tom arrogante: "O seu trabalho está mediocre! Tudo errado! Refaça-o e entregue-o amanhã até às 18h00."
Maria sentiu o chão a desaparecer. A crítica recebida daquela forma arrasou a sua autoestima, destruiu a sua autoconfiança e destronou qualquer pingo de motivação.
Que caminho escolheu Maria ? Decidiu aprofundar-se numa espiral de vítima ou escolheu controlar o seu estado emocional numa altura em que a sua vida virara um caos?
Identificam-se com alguns aspetos desta história?
Pois bem, esta narrativa retrata muitos aspetos reais e que por vezes nos fazem desesperar, deixar de confiar. Retiram-nos a esperança de uma vida harmoniosa. Pois bem, a boa notícia é que podemos escolher controlar o nosso estado emocional. Podemos escolher - hoje - escrever novas frases na pauta da nossa vida.
Por tudo isto é tão importante libertarmo-nos de crenças limitadoras, de decisões que nos limitam. Por tudo isto importa que aprendamos a libertarmo-nos de emoções negativas que dia após dia abrem chagas no nosso corpo.
Esta partilha serve o propósito de vos lembrar que embora tenhamos repetido padrões e comportamentos prejudiciais à nossa saúde mental e física durante anos consecutivos, é possível reprogramarmo-nos e instalar novos comportamentos [possibilitadores e transformadores].
Créditos Pixabay
Tenham uma semana excelente!
Tuesday, 13 October 2015
Mamãs, também têm medo?
Queridas leitoras (e em especial queridas mamãs...)
Já deram convosco a pensar: estou grávida, e agora???
Os medos surgem:
- medo de não conseguir conciliar agenda profissional com agenda familiar;
- medo do corpo não voltar ao normal;
- medo de não ser capaz de cuidar do bebé;
- medo de não haver tempo para o casal.....
...E um dos maiores medos das futuras mamãs é o momento do parto, verdade? Aconteceu comigo! Este também é um medo vosso?
Pois bem, a boa notícia é que de facto é possível viver-se uma gravidez e um parto confortável e feliz!
O curso UP Mamãs - preparação para um parto confortável e feliz, da empresa Upgrade Yourself * é prova disso.
Neste curso são fornecidas técnicas de autocontrolo e hipnose para ajudar no controlo da dor e as mamãs aprendem a gerir melhor as suas emoções, medos, decisões limitadoras, bem como, a comunicar melhor com o bebé e entre o casal.
Para saberem mais sugiro que se inscrevam no workshop gratuito que irá acontecer na loja da Organii Bebé (Edifício Embaixada, no Príncipe Real), dia 18 OUT, pelas 10 h.
Inscrições: organii.bebe@hotmail.com
Já deram convosco a pensar: estou grávida, e agora???
Os medos surgem:
- medo de não conseguir conciliar agenda profissional com agenda familiar;
- medo do corpo não voltar ao normal;
- medo de não ser capaz de cuidar do bebé;
- medo de não haver tempo para o casal.....
...E um dos maiores medos das futuras mamãs é o momento do parto, verdade? Aconteceu comigo! Este também é um medo vosso?
Pois bem, a boa notícia é que de facto é possível viver-se uma gravidez e um parto confortável e feliz!
O curso UP Mamãs - preparação para um parto confortável e feliz, da empresa Upgrade Yourself * é prova disso.
Neste curso são fornecidas técnicas de autocontrolo e hipnose para ajudar no controlo da dor e as mamãs aprendem a gerir melhor as suas emoções, medos, decisões limitadoras, bem como, a comunicar melhor com o bebé e entre o casal.
Para saberem mais sugiro que se inscrevam no workshop gratuito que irá acontecer na loja da Organii Bebé (Edifício Embaixada, no Príncipe Real), dia 18 OUT, pelas 10 h.
Inscrições: organii.bebe@hotmail.com
* UP - Upgrade Yourself ®
fornece serviços
de Coaching com PNL, personalizados. Ajuda as pessoas e empresas a atingirem
objetivos e a melhorarem os seus resultados. Com intervenções
personalizadas, através de estratégias
únicas,
aliando as técnicas
de Coaching e Programação Neurolinguística (PNL) a experiências
de vida transformadoras.
Um largo abraço
Tuesday, 29 September 2015
O que pensam sobre as Cesarianas?
Queridos leitores/as
Mamãs, futuras mamãs ou mulheres em modo reflexão...este post é para vocês.
Há 16 anos quando fui mãe da B. tinha uns tenros 21 anos e o que mais queria era ter a minha bebé. A minha gravidez era de risco por ter tendência a parto prematuro (historial de gravidez anterior) e o meu foco era que a bebé nascesse bem, fosse por parto normal ou cesariana.
Acabou por ser um parto normal mas provocado às 38 semanas. A B. veio de rajada e a trote, mas recebi-a com todo o carinho.
Tudo correu bem mas hoje pergunto, a minha filha teria tido a necessidade de ser "forçada"a sair antes da natureza assim o desejar, ainda que eu tivesse uma gravidez de risco?
Como o passado não o poderei mudar resta-me pensar que tipo de parto quero ter da próxima vez que for mãe?
Gosto de refletir sobre estas questões da maternidade e por isso fico apreensiva com o nº de partos feitos por cesariana, em Portugal.
O propósito deste post é apenas o de vos fazer refletir (sempre que existirem as condições para tal) sobre a forma como pretendem acolher os vossos bebés.
Uma decisão consciente assente em informação credível é sempre uma opção acertada.
Ressalvo que a recomendação dada pelo profissional de saúde que vos segue é muito válida e, por vezes a mulher não tem muita escolha mas porque não procurar diferentes opiniões? Afinal é um acontecimento único na nossa vida, certo?
A reportagem da SIC aborda algumas questões que me parece importante focar:
- Em 2013 a taxa de cesarianas em Portugal era a terceira maior da Europa;
- A OMS recomenda que apenas 15% dos partos sejam por cesariana.
- Será a cesariana a forma mais segura para se nascer?
Causas citadas por quem queria uma cesariana:
- 9% das mulheres desejavam uma cesariana;
- Medo da dor e do parto;
- Terem passado por uma cesariana que foi gratificante;
- Maior segurança;
- Má experiência em partos anteriores.
Convido-vos a ver a reportagem:
Grande Reportagem Interativa No Tempo das Cesarianas
Naturalmente que em caso de gravidez de risco a cesariana poderá ser a opção viável mas o Portal da Saúde (Ministério da Saúde) ressalva:
Riscos associados à cesariana:
Para a mãe:
- hemorragia profusa (perda de sangue intensa);
- endometrite (infecção do útero);
- ...
Para o bebé:
- os cortes na pele durante a incisão uterina (o que é raro mas pode acontecer);
- atraso na reabsorção do líquido amniótico dos pulmões, provocando dificuldade respiratória no imediato pós-parto;
Existem ainda possíveis complicações associadas a uma anestesia geral ou regional.
O estabelecer de relação mãe-bebé (vinculação) também poderá ser atrasado pelo facto de ambos poderem estar mais sonolentos.
Fonte: http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/enciclopedia+da+saude/harvard/Gravidez/Cesariana.htm
Fica um largo abraço,
Mamãs, futuras mamãs ou mulheres em modo reflexão...este post é para vocês.
Há 16 anos quando fui mãe da B. tinha uns tenros 21 anos e o que mais queria era ter a minha bebé. A minha gravidez era de risco por ter tendência a parto prematuro (historial de gravidez anterior) e o meu foco era que a bebé nascesse bem, fosse por parto normal ou cesariana.
Acabou por ser um parto normal mas provocado às 38 semanas. A B. veio de rajada e a trote, mas recebi-a com todo o carinho.
Tudo correu bem mas hoje pergunto, a minha filha teria tido a necessidade de ser "forçada"a sair antes da natureza assim o desejar, ainda que eu tivesse uma gravidez de risco?
Como o passado não o poderei mudar resta-me pensar que tipo de parto quero ter da próxima vez que for mãe?
Gosto de refletir sobre estas questões da maternidade e por isso fico apreensiva com o nº de partos feitos por cesariana, em Portugal.
O propósito deste post é apenas o de vos fazer refletir (sempre que existirem as condições para tal) sobre a forma como pretendem acolher os vossos bebés.
Uma decisão consciente assente em informação credível é sempre uma opção acertada.
Ressalvo que a recomendação dada pelo profissional de saúde que vos segue é muito válida e, por vezes a mulher não tem muita escolha mas porque não procurar diferentes opiniões? Afinal é um acontecimento único na nossa vida, certo?
A reportagem da SIC aborda algumas questões que me parece importante focar:
- Em 2013 a taxa de cesarianas em Portugal era a terceira maior da Europa;
- A OMS recomenda que apenas 15% dos partos sejam por cesariana.
- Será a cesariana a forma mais segura para se nascer?
Causas citadas por quem queria uma cesariana:
- 9% das mulheres desejavam uma cesariana;
- Medo da dor e do parto;
- Terem passado por uma cesariana que foi gratificante;
- Maior segurança;
- Má experiência em partos anteriores.
Convido-vos a ver a reportagem:
Grande Reportagem Interativa No Tempo das Cesarianas
Naturalmente que em caso de gravidez de risco a cesariana poderá ser a opção viável mas o Portal da Saúde (Ministério da Saúde) ressalva:
Riscos associados à cesariana:
Para a mãe:
- hemorragia profusa (perda de sangue intensa);
- endometrite (infecção do útero);
- ...
Para o bebé:
- os cortes na pele durante a incisão uterina (o que é raro mas pode acontecer);
- atraso na reabsorção do líquido amniótico dos pulmões, provocando dificuldade respiratória no imediato pós-parto;
Existem ainda possíveis complicações associadas a uma anestesia geral ou regional.
O estabelecer de relação mãe-bebé (vinculação) também poderá ser atrasado pelo facto de ambos poderem estar mais sonolentos.
Fonte: http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/enciclopedia+da+saude/harvard/Gravidez/Cesariana.htm
Fica um largo abraço,
Tuesday, 22 September 2015
Novo desafio profissional: [Motivadora de Pessoas]
Queridos amigos e leitores,
Partilho hoje que procedi a algumas mudanças progressivas no meu rumo profissional.
Tenho feito um caminho passando pelas áreas da educação, formação, saúde, coordenação de projetos nacionais e internacionais, animação sociocultural, terapias complementares (reiki), telecomunicações e recentemente abracei a área do Coaching com Programação Neurolinguística.
Amassei todos estes ingredientes que com a minha experiência de Vida formam a pessoa que sou hoje.
Integro todo o conhecimento e experiências na atividade profissional que escolhi - MOTIVADORA DE PESSOAS (coach). É maravilhoso encontrarmo-nos e revermo-nos na profissão que outrora pensavamos ser apenas uma atitude e forma de estar na vida.
Tenho agora um trabalho que continuarei a aliar a alguns projetos focando-me mais neste projeto maior (o Coaching com PNL). Obrigada a mim. Obrigada aos que acreditam em mim e continuam a meu lado. Obrigada ao Sérgio Oliveira daSpots e aos meus colegas nesta marcha. Obrigada à UP - Upgrade Yourself e obrigada a quem confia em mim para ajudar a transformar a sua vida.
Sunday, 20 September 2015
Mini gravador analógico (que saudades das brincadeiras de adolescência!)
Queridos amigos e leitores,
Em 1995 recebi esta pérola, um mini gravador-espetacular-que-a-madrinha-me-ofereceu-no-natal que utilizava para as mais variadas traquinices de adolescência!
Na ausência de gadgets como os que temos hoje (telemóveis acessíveis a todos, Ipads e afins) eu e as minha vizinhas e uma grande amiga entretinhamo-nos engendrando planos infalíveis e (criativos!) de entretenimento durante as férias de verão com mini gravadores com microcassetes!
E que planos maquiavélicos eram, perguntam vocês?
Plano genial 1
1. Ir à lista telefónica (vulgo Páginas amarelas);
2. Selecionar um nome e nº de contacto telefónico aleatórios;
3. Escolher uma faixa do vinil da novela Sassaricando, colocar a agulha a tocar a Fáfá de Belém e o seu hit de sucesso "Ti -ti-ti";
4. Criar um script dizendo "o seu nº de telefone foi selecionado para este espetacular passatempo da rádio Renascença. Ora responda então à seguinte questão para ganhar um prémio fabuloso: das três opções musicais que vai escutar já de seguida, qual o nome da música que surge na novela Sassaricando??
-Opção 1 - Cheiro de amor; Opção 2 - Cantando no toró; Opção 3 - Ti-ti-ti???
5. Ensaiar o script (parte 1 e 2);
6. Gravar a primeira parte do script;
7. Gravar a segunda parte do script onde respondíamos, em antecipado, às questões que a pessoa incrédula (do outro lado) fazia. Às vezes corria mal porque o tempo da pergunta e da resposta tinham algum delay (eheeh!);
8. Ligar para a pessoa "sorteada" e quando esta atendia o telefone, lá estavamos nós, quem nem verdadeiras radialistas a colocar a gravação do script no ON.
E PUUUUFF! Desligavamos o telefone em seguida e ríamos a bandeiras despregadas até nos tornarmos em anjinhos do Quem Tramou Roger Rabbit? (que é como quem diz - "já fomos!"
O plano genial 2 foi gravar o anúncio genial da Telecel que passava em 1995.
Passos idênticos ao plano genial 1 mas, desta feita assim que a pessoa atendia o telefone ativavamos a gravação do "Tou sim? Um momento. É para miiiiim!
Do outro lado um confuso "Estou sim?Quem fala?"
E pimba! Desliga!
Ahaha, eram fabulosamente maquiavélicas as nossas singelas brincadeiras com um simples gravador.
Não tão singelas e inofensivas foram as contas de telefone fixo que fiz à minha mãe...OOOoops!
Bom, também dei um uso pedagógico a este meu mini gravador, gravando as aulas de matemática de 10º ano...uii, era a única forma de assimilar e resultou (mais ou menos..).
Espero ter-vos ajudado a viajar um pouco no tempo, pelo menos os que se recordam dos maravilhosos anos 90!
Um largo abraço e bom domingo!
Em 1995 recebi esta pérola, um mini gravador-espetacular-que-a-madrinha-me-ofereceu-no-natal que utilizava para as mais variadas traquinices de adolescência!
Na ausência de gadgets como os que temos hoje (telemóveis acessíveis a todos, Ipads e afins) eu e as minha vizinhas e uma grande amiga entretinhamo-nos engendrando planos infalíveis e (criativos!) de entretenimento durante as férias de verão com mini gravadores com microcassetes!
E que planos maquiavélicos eram, perguntam vocês?
Plano genial 1
1. Ir à lista telefónica (vulgo Páginas amarelas);
2. Selecionar um nome e nº de contacto telefónico aleatórios;
3. Escolher uma faixa do vinil da novela Sassaricando, colocar a agulha a tocar a Fáfá de Belém e o seu hit de sucesso "Ti -ti-ti";
4. Criar um script dizendo "o seu nº de telefone foi selecionado para este espetacular passatempo da rádio Renascença. Ora responda então à seguinte questão para ganhar um prémio fabuloso: das três opções musicais que vai escutar já de seguida, qual o nome da música que surge na novela Sassaricando??
-Opção 1 - Cheiro de amor; Opção 2 - Cantando no toró; Opção 3 - Ti-ti-ti???
5. Ensaiar o script (parte 1 e 2);
6. Gravar a primeira parte do script;
7. Gravar a segunda parte do script onde respondíamos, em antecipado, às questões que a pessoa incrédula (do outro lado) fazia. Às vezes corria mal porque o tempo da pergunta e da resposta tinham algum delay (eheeh!);
8. Ligar para a pessoa "sorteada" e quando esta atendia o telefone, lá estavamos nós, quem nem verdadeiras radialistas a colocar a gravação do script no ON.
E PUUUUFF! Desligavamos o telefone em seguida e ríamos a bandeiras despregadas até nos tornarmos em anjinhos do Quem Tramou Roger Rabbit? (que é como quem diz - "já fomos!"
O plano genial 2 foi gravar o anúncio genial da Telecel que passava em 1995.
Passos idênticos ao plano genial 1 mas, desta feita assim que a pessoa atendia o telefone ativavamos a gravação do "Tou sim? Um momento. É para miiiiim!
Do outro lado um confuso "Estou sim?Quem fala?"
E pimba! Desliga!
Ahaha, eram fabulosamente maquiavélicas as nossas singelas brincadeiras com um simples gravador.
Não tão singelas e inofensivas foram as contas de telefone fixo que fiz à minha mãe...OOOoops!
Bom, também dei um uso pedagógico a este meu mini gravador, gravando as aulas de matemática de 10º ano...uii, era a única forma de assimilar e resultou (mais ou menos..).
Espero ter-vos ajudado a viajar um pouco no tempo, pelo menos os que se recordam dos maravilhosos anos 90!
Um largo abraço e bom domingo!
Sunday, 6 September 2015
Obrigada Ayrton ...
Caros amigos e leitores,
Espero-vos bem.
Hoje cruzei-me com esta mensagem de Ayrton Senna que ecoou em mim e me fez acreditar, ainda mais, que o Sucesso é fruto da ação, da determinação, da motivação, da energia que colocamos nas coisas, da HONESTIDADE e do AMOR.
Trabalhar honestamente (sendo verdadeiro contigo e com os outros) - estás a fazer aquilo que gostas? Não? Mais cedo ou mais tarde a bolha vai rebentar!
Podemos arranjar 1001 justificações ("ah, não dá para mudar agora, acabei de comprar casa...ah, fui mãe/pai...ah....). Olha para ti e pensa se estás feliz com o teu emprego...?
O que te faria mudar de emprego já amanhã? Dou-te uma dica: puxa um papel e um lápis e escreve 10 coisas que te motivem em termos profissioais. Quando tiveres essa lista, hierarquiza-a, isto é, atribui um nº do mais importante (1) até ao menos importante (10). No final re-hierarquiza (reescreve) essa lista com a nova pontuação. Olha para os 5 primeiros valores. Serão esses que te fariam mudar de emprego já amanhã!
Depois disto ficarás a saber o que te motiva num trabalho. A forma como poderias fazer essa transição já é outro campeonato mas se começares por fazer este simples exercício verás que se fará mais luz e que tudo adquirirá mais sentido.
O foco e a determinação naquilo que fazemos advém, SEMPRE, daquilo que nos MOTIVA, ou seja, daquilo a que atribuimos VALOR.
https://www.youtube.com/watch?v=XjxEcnQ3iNU
Obrigada Ayrton, por este reforço.
Forte abraço a todos e um ótimo domingo!
Teresa Ribeiro
Espero-vos bem.
Hoje cruzei-me com esta mensagem de Ayrton Senna que ecoou em mim e me fez acreditar, ainda mais, que o Sucesso é fruto da ação, da determinação, da motivação, da energia que colocamos nas coisas, da HONESTIDADE e do AMOR.
Trabalhar honestamente (sendo verdadeiro contigo e com os outros) - estás a fazer aquilo que gostas? Não? Mais cedo ou mais tarde a bolha vai rebentar!
Podemos arranjar 1001 justificações ("ah, não dá para mudar agora, acabei de comprar casa...ah, fui mãe/pai...ah....). Olha para ti e pensa se estás feliz com o teu emprego...?
O que te faria mudar de emprego já amanhã? Dou-te uma dica: puxa um papel e um lápis e escreve 10 coisas que te motivem em termos profissioais. Quando tiveres essa lista, hierarquiza-a, isto é, atribui um nº do mais importante (1) até ao menos importante (10). No final re-hierarquiza (reescreve) essa lista com a nova pontuação. Olha para os 5 primeiros valores. Serão esses que te fariam mudar de emprego já amanhã!
Depois disto ficarás a saber o que te motiva num trabalho. A forma como poderias fazer essa transição já é outro campeonato mas se começares por fazer este simples exercício verás que se fará mais luz e que tudo adquirirá mais sentido.
O foco e a determinação naquilo que fazemos advém, SEMPRE, daquilo que nos MOTIVA, ou seja, daquilo a que atribuimos VALOR.
https://www.youtube.com/watch?v=XjxEcnQ3iNU
Obrigada Ayrton, por este reforço.
Forte abraço a todos e um ótimo domingo!
Teresa Ribeiro
Wednesday, 19 August 2015
E se na altura em que fui mãe tivesse conhecido um treino destes...?
Ontem vi na SIC a reportagem Ser mãe depois dos 40 anos e fez-me lembrar a maravilha de se ter um filho.
A propósito disso, gostaria de partilhar convosco um curso de Preparação para o parto que apresenta algumas nuances que o diferenciam de outros cursos de preparação para o parto.
O UP Mamãs é um treino em que se utilizam técnicas de auto-hipnose, relaxamento, visualização, respiração, gestão das emoções e PNL (Programação Neurolinguística) para preparar a mente e o corpo da mãe para o nascimento.
Conhece aqui mais informação sobre a PNL http://www.upgradeyourself.pt/
Algumas questões pertinentes:
A quem se destina? E qual a duração?
A casais que pretendam investir desde muito cedo no bem estar da mãe e do bebé.
Esta preparação consiste em duas sessões de grupo e 8 sessões individuais de PNL e Hipnose, num total de 10 sessões que decorrerão durante 7 semanas.
Os pais são convidados a participar nalgumas sessões, concretamente nas duas sessões de grupo e em duas sessões individuais de PNL e Hipnose.
Esta é uma aposta na preparação emocional e física da grávida e do casal para a maternidade, bem como na realização de um parto com todo o conforto.
Vê aqui o vídeo reportagem sobre Hipnose no Parto, no Hospital da Covilhã:
Quando devem fazer esta preparação?
Deve iniciar depois das 30 semanas de gestação.
Quais são as vantagens e para que serve?
Com as técnicas da PNL o casal aprende a comunicar melhor entre si e com o bebé.
A PNL auxilia também a futura mamã a gerir melhor as suas emoções, medos e decisões, antes, durante e depois do parto.
O uso da Hipnose nas parturientes minimiza a apreensão, aumenta o relaxamento e, por sua vez, pode reduzir a necessidade de analgésicos. A Hipnose funciona como um relaxante fisiológico e psicológico fazendo do parto um processo mais suave. A paciente terá a força e capacidade de controlar esta função natural pelos seus recursos mentais, o amor-próprio é elevado causando uma sensação de bem estar;
A aprendizagem da Auto Hipnose facilita a autonomia e a sensação de auto controlo por parte da grávida.
A Hipnose facilita as respostas emocionais normais do processo de parto bem como a união imediata com o bebé. Dar à luz em um estado de transe é uma experiência humana profunda e intensamente gratificante e construtiva.
A Hipnose ajuda ainda no processo de recuperação. A ansiedade pode ser diminuída e o retorno para o funcionamento normal do organismo pode ser aperfeiçoado.
Quem são os formadores desta preparação ?
Hipnose – Luís Abrantes
Hipnoterapeuta e enfermeiro no Hospital de Santa Maria, ligado ao Instituto de Formação avançada da Faculdade de Medicina de Lisboa;
Sócio fundador da Imaginal - Associação Portuguesa de Hipnose Clínica e Experimental;
Formador no curso de Hipnose Clínica e Experimental na área da dor do Instituto de Formação avançada da FMUL.
PNL pela UP-Upgrade Yourself® que conta com uma equipa de Coaches com Programação Neurolinguística completamente focados na condução dos processos de forma a que as pessoas atinjam os seus objetivos.
Encontrei alguns artigos que sugerem que Kate Middleton, a Duquesa de Cambridge tinha por intenção recorrer ao hipno-parto, era espreitem:
- http://www.dailymail.co.uk/health/article-2340708/The-Duchess-Cambridge-thinking-hypnosis-ease-pain-childbirth.html
- http://www.nydailynews.com/entertainment/gossip/kate-middleton-planning-hypno-birth-report-article-1.1371712
Se quiserem saber mais sobre o UP Mamãs sugiro que contactem:
Email: geral@upgradeyourself.pt
Facebook: Upgrade
Telf: +351 215 977 935
Forte abraço,
Teresa Ribeiro
Tuesday, 18 August 2015
Como comunicamos uns com os outros? Como comunicas?
Olá queridos leitores e amigos,
Por vezes gosto de estudar e trabalhar em cafés e esplanadas e é curioso aperceber-me de que, um dos temas de conversa de eleição são os Relacionamentos (o que numa perspetiva da Sociologia do quotidiano é uma delícia!) mas o que te quero partilhar na crónica de hoje refere-se ao modelo de comunicação que temos enraizado. Hás de reparar que distorcemos com frequência as experiências reais que queremos partilhar com os outros. E está tudo bem, não fossem essas distorções deformar aquilo que queremos realmente transmitir, resultando numa comunicação limitada, difícil e cheia de equívocos..
Para perceberes melhor sugiro que escutes o vídeo que gravei hoje onde partilho algumas sugestões de reflexão . Este vídeo não foi editado e por isso, desculpa o ruído do vento (prometo fazer melhor, futuramente!).
Por vezes gosto de estudar e trabalhar em cafés e esplanadas e é curioso aperceber-me de que, um dos temas de conversa de eleição são os Relacionamentos (o que numa perspetiva da Sociologia do quotidiano é uma delícia!) mas o que te quero partilhar na crónica de hoje refere-se ao modelo de comunicação que temos enraizado. Hás de reparar que distorcemos com frequência as experiências reais que queremos partilhar com os outros. E está tudo bem, não fossem essas distorções deformar aquilo que queremos realmente transmitir, resultando numa comunicação limitada, difícil e cheia de equívocos..
Para perceberes melhor sugiro que escutes o vídeo que gravei hoje onde partilho algumas sugestões de reflexão . Este vídeo não foi editado e por isso, desculpa o ruído do vento (prometo fazer melhor, futuramente!).
Vídeo - Como comunicamos? Como comunicas?
Mas, afinal qual o propósito desta reflexão sobre comunicação verbal?
Basicamente é para que estejas em condições de:
- Recolher a informação importante que te ajudará a entender melhor o que os outros querem dizer-te (ex: "ninguém me compreende!"Ok, será que ninguém te compreendeu em toda a tua vida?) ;
- Perceber, exatamente, o significado das tuas palavras e das palavras dos outros. Os mapas da realidade são diferentes de pessoa para pessoa (ex: "sabe dizer-me como posso ir do Parque das Nações para o C.C. Dolce Vita Tejo?" Algumas pessoas responderão que poderás ir pela 2ª Circular e outras responderão que poderás ir pelo IC 17-Cril);
- Ampliar o leque de opções, isto é, através das nossas palavras poderemos limitar uma realidade ou optar por ampliá-la. Para isso importa fazeres as perguntas adequadas por forma a teres mais opções de resposta (ex: "Estas uvas são mais baratas!"Ok, mais baratas comparadas com quais? Com as uvas do Sr. Teodósio ou com a uvas do Lidl?).
Espero que se divirtam a pensar nestas coisas, tanto quando eu!
Um forte abraço!
Teresa Ribeiro
Teresa Ribeiro
Monday, 17 August 2015
E vocês, a que sentidos recorrem preferencialmente?
Olá caros leitores e amigos,
Sempre que posso, vou até ao eucaliptal próximo de minha casa onde existe um moinho. No topo desse moinho faço as minhas meditações que me permitem focar naquilo que é essencial.
No caminho de ida e de volta gosto de notar o ambiente que me rodeia e na maior parte das vezes, detenho-me primeiro nas cores e nas formas das coisas e não tanto nos seus cheiros e sons.
E vocês, em que reparam habitualmente quando vão a qualquer lado?
Como é que comunicam com as outras pessoas? Puxam de um papel para explicar e esquematizar as vossas ideias? Explicam pausadamente e gesticulam emocionando-se com a vossa partilha ou explicam a ideia adotando um discurso perfeitamente articulado por tópicos com princípio, meio e fim?
Depois é engraçado pois quando me recordo de momentos do passado surge-me logo uma imagem na cabeça!
E vocês? Quando recordam uma experiência passada o que vos vem primeiro à cabeça? Uma imagem? Os sons desse acontecimento ou uma sensação?
Agora que penso nisto é curioso tomar consciência... Já pensaram que a perceção sobre os sentidos que utilizamos preferencialmente para apreender o meio pode ser útil para explicarmos a nossa experiência, e para nos ajudar a construir o nosso modelo do mundo?
Partilho um ficheiro audio onde vos relato a minha crónica de hoje:
(vídeo sem edição)
E algumas fotos que ilustram o que partilhei...
Um forte abraço!
Teresa Ribeiro
Sempre que posso, vou até ao eucaliptal próximo de minha casa onde existe um moinho. No topo desse moinho faço as minhas meditações que me permitem focar naquilo que é essencial.
No caminho de ida e de volta gosto de notar o ambiente que me rodeia e na maior parte das vezes, detenho-me primeiro nas cores e nas formas das coisas e não tanto nos seus cheiros e sons.
E vocês, em que reparam habitualmente quando vão a qualquer lado?
Como é que comunicam com as outras pessoas? Puxam de um papel para explicar e esquematizar as vossas ideias? Explicam pausadamente e gesticulam emocionando-se com a vossa partilha ou explicam a ideia adotando um discurso perfeitamente articulado por tópicos com princípio, meio e fim?
Depois é engraçado pois quando me recordo de momentos do passado surge-me logo uma imagem na cabeça!
E vocês? Quando recordam uma experiência passada o que vos vem primeiro à cabeça? Uma imagem? Os sons desse acontecimento ou uma sensação?
Agora que penso nisto é curioso tomar consciência... Já pensaram que a perceção sobre os sentidos que utilizamos preferencialmente para apreender o meio pode ser útil para explicarmos a nossa experiência, e para nos ajudar a construir o nosso modelo do mundo?
Partilho um ficheiro audio onde vos relato a minha crónica de hoje:
E algumas fotos que ilustram o que partilhei...
Um forte abraço!
Teresa Ribeiro
Thursday, 6 August 2015
Lipidose Hepática - 0 / Gato Pepe - 1
Olá queridos leitores e amigos,
No dia 24 de julho tive a notícia do diagnóstico da doença que o meu querido gato Pepe tinha - Lipidose Hepática. No post anterior partilhei convosco que a taxa de mortalidade em gatos com esta doença era de 80%, contudo, alguns gatos salvam-se mas têm de utilizar um catéter por onde são alimentados o resto da vida.
A médica veterinária disse-me que era uma doença complicada e que a sua reversão dependeria muito dos donos.
A verdade é que, passados 14 dias desde a confirmação do diagnóstico o Pepe fez análises e está tudo bem! Além disso, fez uma avaliação no Vet e os sinais clínicos estavam todos normais!
E vocês perguntam, whats up?
Posso dizer-vos que além da medicação que apliquei de forma rigorosa e do mimo adicional, ainda apliquei Reiki ao meu gato com bastante regularidade.
Partilho-vos um artigo da Associação Portuguesa de Reiki sobre a aplicação de Reiki em animais (http://www.associacaoportuguesadereiki.com/reiki/reiki-em-portugal/2013/04/22/reiki-para-animais/).
Sou muito grata à mensagem que o meu gato Pepe me trouxe,sou grata à medicina veterinária e à Dr.ª Elisabete da clínica Zoomédica e, por fim à energia Reiki que se complementa com tudo isto....
Acreditem, confiem e estejam atentos ao comportamento dos vossos animais. Se agirmos logo será possível controlar e até reverter algumas doenças!
Aqui fica um documentário sobre Gatos: https://www.youtube.com/watch?v=nnWgIz6UHN4
Estou mesmo feliz!
Um largo abraço*
Teresa Ribeiro
No dia 24 de julho tive a notícia do diagnóstico da doença que o meu querido gato Pepe tinha - Lipidose Hepática. No post anterior partilhei convosco que a taxa de mortalidade em gatos com esta doença era de 80%, contudo, alguns gatos salvam-se mas têm de utilizar um catéter por onde são alimentados o resto da vida.
A médica veterinária disse-me que era uma doença complicada e que a sua reversão dependeria muito dos donos.
A verdade é que, passados 14 dias desde a confirmação do diagnóstico o Pepe fez análises e está tudo bem! Além disso, fez uma avaliação no Vet e os sinais clínicos estavam todos normais!
E vocês perguntam, whats up?
Posso dizer-vos que além da medicação que apliquei de forma rigorosa e do mimo adicional, ainda apliquei Reiki ao meu gato com bastante regularidade.
Partilho-vos um artigo da Associação Portuguesa de Reiki sobre a aplicação de Reiki em animais (http://www.associacaoportuguesadereiki.com/reiki/reiki-em-portugal/2013/04/22/reiki-para-animais/).
Sou muito grata à mensagem que o meu gato Pepe me trouxe,sou grata à medicina veterinária e à Dr.ª Elisabete da clínica Zoomédica e, por fim à energia Reiki que se complementa com tudo isto....
Acreditem, confiem e estejam atentos ao comportamento dos vossos animais. Se agirmos logo será possível controlar e até reverter algumas doenças!
Aqui fica um documentário sobre Gatos: https://www.youtube.com/watch?v=nnWgIz6UHN4
Estou mesmo feliz!
Um largo abraço*
Teresa Ribeiro
Sunday, 26 July 2015
Carta ao meu gato PEPE (que tem a doença Lipidose Hepática)
Olá queridos leitores e amigos,
Sei que há algum tempo não vos escrevo um post mas partilho, agora, a carta que escrevi ao meu gato Pepe Rivera.
Livro que consultei:
Guerreiro, M. (2014). Conversas com Animais. Alfragide: Lua de Papel
Sei que há algum tempo não vos escrevo um post mas partilho, agora, a carta que escrevi ao meu gato Pepe Rivera.
Querido Pepe,
A decisão de te adotar chegou em dezembro de 2011 mas foi naquele
dia frio de janeiro de 2012 que eu e a minha filha B. fomos à União Zoofila (UZ)
escolher-te. Depois de termos visto "n" gatos e nenhum me atrair a vet. sugeriu-me que fosse à enfermaria pois estavam lá uns gatinhos bebés. Imediatamente acedi. Realmente os pequenos eram fofos mas assim que os meus olhos deslizaram em ti foi paixão à primeira vista. Foi uma troca energética brutal. Já eras adulto, atrevido e com um focinho rosado e limpinho. Ainda não sabiam se tinhas a sida dos gatos mas eu já te tinha escolhido (ou melhor, tu já me tinhas escolhido!).
Eras o novo elemento da família.
Convivi com gatos desde muito cedo mas o facto de serem cuidados
pela minha mãe fez como que nunca sentisse a verdadeira responsabilidade pelo
cuidar do “outro”. No meu íntimo receava os gatos, não sabia lidar com as
reações imprevisíveis que os da tua espécie manifestavam!
Cortar as unhas, dar banho, dar um comprimido…ui! Sempre
lhes dei festas mas senti-los em cima da minha cama durante a noite causava-me
desconforto. Sonhava e ainda sonho com gatos que me atacam!
O compromisso de cuidar de um animal e em especial um gato
fez-me colocar em modo “desafio a mim própria". No passado tinha um comportamento
egoísta em alguns aspetos que se relacionavam com o cuidar de outros. Não me sentia
preparada para ficar “presa” por animais de estimação mas compreendia agora
que, “quem adquire um gato aprecia a independência”(M.S.Guerreiro, 2014, p.53)
e contigo aprendi a trabalhar o amor incondicional mantendo o meu nível de
independência. Aquilo que recebemos na relação gato-homem é demasiadamente
especial.
Constato agora que, talvez sejas um espelho da minha pessoa (sabes a que me refiro :).
Em diferentes momentos tens-me mordido para magoar e beliscado, talvez em modo de mensagens
que ainda estou a descobrir. Não entendia o teu comportamento em casa, apenas
comigo…Passavas-te de um momento para o outro! Mas ao mesmo tempo andas sempre comigo, atrás de mim e a energia que sinto de ti é tão boa...
A médica veterinária e comunicadora telepática que
desenvolve um trabalho excecional com animais, Marta Sofia Guerreiro diz que “se
é dono de um gato, tenha em consideração a sua visão – interior e exterior – no
que diz respeito ao que vê dentro (o que intui) e fora de si (…) “ a lição é
que deve aprender a ver até em condições de grande escuridão e de forma mais
abrangente. Torne-se um visionário!” (2014, p.53).
O sentido mais apurado dos
gatos é, sem dúvida a visão e por isso veem em condições adversas e em
ambientes noturnos (percebi a mensagem! )
Pois é meu querido Pepe, donos de gatos estão a trabalhar
mais profundamente o seu lado feminino e curiosamente, quando há um ano e
alguns meses parti o pé da perna direita a sugestão que algumas pessoas ligadas
às terapias holísticas me disseram foi que analisasse a minha energia feminina,
cuidasse do meu lado feminino.
Estou a trabalhar nisso e quero chegar às minhas próprias
conclusões mas é uma tarefa hercúlea!
Dia 20 de julho comecei a notar-te mais apático, sonolento e
sem vontade de comer. Pensei que estavas a vegetar lutando contra o calor que
se fazia sentir há uma semana atrás. Percebi que esse estado permanecia e na
quinta-feira resolvi levar-te ao veterinário.
Diagnóstico: Lipidose hepática (http://www.infoescola.com/medicina-veterinaria/lipidose-hepatica-felina/).
Um diagnóstico nada animador pois o teu fígado estava a ser invadido,
literalmente, por gordura. Ainda há 15 dias tinha acompanhado a minha mãe que
sofria por ter de tomar a decisão de eutanasiar a Pixie, a sua gatinha de 13
anos por espondiolose. Tivemos que passar esse doloroso processo.
Em relação a ti Pepinho, como carinhosamente te chamamos a
partir do momento em que percebemos que respondias melhor ao som “inho”, a
médica explicou-me que os gatos com esta doença deixam de querer alimentar-se e
que, embora exista tratamento, a taxa de mortalidade é de 80%.
Quando a doença avança o cenário complica-se e o gato com esta
maleita tem de usar um cateter para que possa ser alimentado. No limite, a
morte.
“A reversão da doença passa essencialmente pelos donos, em
procederem ao tratamento rigoroso do seu gato e lhe providenciarem
acompanhamento” disse-me a Drª. E.
Já percebi a mensagem mais uma vez… a responsabilidade está a ser colocada em mim e
daqui tenho a oportunidade de retirar aprendizagens. Percebi que, vocês gatos,
trazem mensagens para nós humanos, para que tenhamos a possibilidade de evoluir.
Abdicarei de me evadir e ausentar para férias, agora, por uma semana como
tinha previsto pois, cá em casa dedicar-te-emos total atenção e evitaremos ao máximo que vivas situações de stress. Estas situações de stress engordam-te, automaticamente, o fígado! Em conjunto
ajudar-te-ei a reverter este fígado gordo!
Faço-te e continuarei a fazer-te Reiki diariamente.
Aplicar-te-emos os comprimidos diariamente (e olha que não é tarefa fácil, hein
mas já descobri um site porreiro e estás lixado comigo! Ahahah: https://www.youtube.com/watch?v=SzOZc9XXfAk
). 7 variedades de medicamentos manhã e noite, poça! Mas vais ficar um
espetáculo.
O meu compromisso para além de te tratar fisicamente será
entender qual a mensagem que me queres transmitir com a doença que resolveste
desenvolver. Prometo estar mais atenta e refletir sobre o que poderei alterar
para ser melhor pessoa.
Na próxima sexta-feira vamos fazer uma avaliação do teu estado e vais estar melhor, eu sei que sim!
Um beijo nesse lombo de flanela doce*
Guerreiro, M. (2014). Conversas com Animais. Alfragide: Lua de Papel
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