Thursday, 27 November 2014

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E quando deixarmos de ter objetivos na Vida?

Este era um dos pensamentos que me ocorriam por vezes. Hoje em dia sou grata pois, temos tanta coisa para explorar, mesmo que alguma coisa nos queira travar há sempre outras para começar!
Isto sim, motiva-me. Estou sempre salva! Creio que mesmo que estivesse inválida ou com alguma limitação física teria sempre uma teia de interesses para me ocupar.
Tanta coisa para pesquisar, investigar, analisar…!
Não pretendo entrar em triviais e "batidos" discursos motivacionais mas é uma constatação. 
Ora reparem e acompanham-me nesta viagem de significados:
Diariamente, e sempre que posso, enceto uma caminhada matinal num itinerário que começa à porta de minha casa, passa por um eucaliptal e retorna ao ponto de partida.
Quando saio de casa e atravesso uma estrada, do meu lado direito observo que a vegetação amarela e seca deixada pelo Verão deu lugar a uma paisagem de denso verde, plantas, ervas e afins que crescem sem parar. A chuva destes dias deixa correr alguns carreiros de água que escorrem das “encostas” junto à estrada, e sempre que passo por eles ouvindo aquele som de água corrente consigo abstrair-me dos carros e camiões que deixam o seu rasto cinza…
Alguns metros à frente, depois de dar os bons dias às(aos) funcionárias(os) da padaria onde tomo o meu café matinal, dobro a rua e subo uma pequena estrada. Nesta estrada onde, ainda se podem encontrar algumas oficinas tradicionais de automóveis e outros negócios familiares, passo por um jardim-de-infância. No parque deste jardim-de-infância, uma menina com ar sereno que se encontra junto à vedação que separa o parque da rua, fixa os seus olhos em mim. Esboço um sorriso e dou-lhe os bons dias ao que ela retribui com uma expressão de “estou-bem-com-a-vida”. Num outro canto observo uma pequena que, de olhar triste, se isolou e depois de levar os olhos para alguma situação que não a agradou, fechou os olhos em modo amuado esperando que algum colega fosse acarinha-la. Em escassos segundos pude observar que duas crianças da mesma idade manifestaram comportamentos e atitudes diferentes e que, por isso, se poderá ter uma ideia de que todos temos os nossos dias mas a nossa atitude perante a vida é ditada desde pequenos.
Voltando ao caminho, subo mais um pouco e chego ao “meu” Eucaliptal, à “minha” mata d’Avalon. Constato que há vida everywhere. Há dias um caracol pousava, majestosamente, num galho de um arbusto. Um atrevido! Pois com o tempo que entretanto refrescou, este colocou-se a si próprio num desafio.



  
Mais adiante, uns cogumelos deram vida a um recanto entre duas árvores:






Também o azevinho, típico arbusto/árvore português(a), deu o ar de sua graça cheio de bolotas a denunciar que entrámos na época natalícia.


 Ao me aproximar do alto, as ruínas de um velho moinho - onde todos os verões passo algumas horas a meditar, a ler, a olhar .... - mostram-me que o CAMINHO é o Céu, a expansão da CONSCIÊNCIA.


Couves e gatos convivem de perto com os transeuntes. Que maravilha! Pergunto-me se as próximas gerações terão o usufruto destes privilégios sem que para isso tenha que empreender alguma viagem intergaláctica para desfrutar das suas férias de verão em lugares paradisíacos?






Deixando o caminho por alguns momentos, outra situação a explorar e sobre a qual me poderia deter (isto à conclusão de termos, na vida, tantas coisas engraçadas sobre as quais refletir):

Tenho um gato, jovem adulto e a convivência diária com ele fez-me começar a despertar para a compreensão dos seus comportamentos. É curioso como, no seio do meu agregado familiar, este gato desenvolveu uma relação no mínimo curiosa, comigo. Bem sei que, sendo eu a figura que o alimenta e cuida, torna-se natural que o Pepe me veja como a sua progenitora e me procure com frequência mas a nossa relação num momento é de carinho e doçura mútuos, no momento a seguir ele apanha-me desprevenida, coloca as suas orelhas para trás, levanta as narinas e começa a adotar uma postura de dominância para, em seguida, me cravar com os seus dentes e unhas! A ira, por momentos invade-me e dou-lhe um grito (ainda não consegui controlar este ímpeto) e desato atrás dele como se o espírito de uma criança possuída descesse em mim J.

Ainda não consegui encontrar uma explicação para este comportamento (o dele, claro!) pois convivo com outros gatos no seio da minha família e nunca me foi relatado nada deste género. Bom, por outro lado encontrei o criador deste genial gato, SIMON the cat (http://www.simonscat.com/About/). Convido-vos a dar por lá um salto e se têm gatos, por certo, irão reconhecer muitos dos comportamentos aqui patentes.
Um vídeo engraçado: 



[Voltando ao caminho, de cada vez que o faço cruzo-me sempre com novos elementos, novas ideias]

Quando piso o carreiro de folhas, relva e terra nesta "minha" mata d’Avalon sou, automaticamente, transportada para o período da minha infância. No colégio que frequentava pelos meus 7 anos, todas as tardes, depois da sala de estudo nos era concedido algum tempo para brincar naquele imenso manto verde e castanho que ia do Instituto Sup. Técnico até à Fonte Luminosa. A meio desse extenso relvado, no Outono, havia imensas folhas de plátano, amarelas e vermelhas, que me entretinha a pisar e a brincar. O carreiro de terra e folhas fazia-me imaginar cenários, espicaçava a minha criatividade e a vontade de encenar histórias. Aquilo que todas as crianças deviam ser estimuladas a fazer.






Termino deixando-vos alguns registos da "minha" mata d’Avalon, beyond de mirror [ ].




Um genuíno abraço na Alma e um beijo na face!

Uma música para o caminho: 

Teresa Ribeiro

Friday, 14 November 2014

Pessoas que inspiram...

Quando defino alguns objetivos para a minha Vida deparo-me com inúmeros obstáculos que me colocam na minha zona de desconforto mas quando me detenho em histórias de Vida de Pessoas que superaram obstáculos que fariam qualquer um desistir, AÍ MOTIVO-ME!

Ora vejam (leiam):

I. Quem foi, quem foi?


  • Filho de pais iletrados, orfão de mãe, criado pela madrasta;
  • Durante a infância teve pouco acesso à educação;
  • Faliu um negócio com 31 anos de idade;
  • Foi derrotado numa eleição legislativa aos 32 anos;
  • Faliu novamente aos 34 anos de idade;
  • A esposa faleceu quando ele tinha 35 anos;
  • Teve um colapso nervoso aos 36 anos;
  • Perdeu eleições aos 38, 43, 46 e 48 anos;
  • Foi eleito em 1860 presidente dos EUA.

Sim, foi Abraham Lincoln.

Para alguém que se cruzou com tantos obstáculos e insucessos - o que o manteve fiel e concentrado nos seus objetivos foi a capacidade de acreditar em si mesmo.

Teve feitos extraordinários:

  • Eleito o 16º presidente dos EUA
  • Aboliu a escravidão
  • Foi reeleito presidente em 1864;
  • Foi um homem que sempre acreditou em si e nos seus valores.



II. Quem foi, quem foi?

  • Abandonado pelos pais biológicos à nascença;
  • Não seguiu um curso superior
  • Relações afetivas falhadas
Steve Jobs!

Teve feitos extraordinários:

Consegui utilizar o seu talento em prol da humanidade, em termos das tecnologias.
Tornou-se um  empresário e magnata americano no setor da informática. Notabilizou-se como co-fundador, presidente e diretor executivo da Apple Inc



III. Quem foi, quem foi?

  • Começou a escrever aos 7 anos de idade;
  • Fez teatro;
  • Foi internado pelos pais pois não seguiu a carreira de engenharia que os seus pais ambicionavam.

Falamos de Paulo Coelho.

Teve feitos extraordinários:


Tornou-se um genial escritor e jornalista e já foi autor de inúmeros best sellers em literatura com impacto e que revolucionaram o mundo.

Obras como: 
O Alquimista
O Diário de um Mago
Onze Minutos
Brida
As Valkírias
Veronika Decide Morrer
O Aleph



Se tivermos os nossos modelos inspiradores, por certo que ganharemos motivação para concretizar os nossos objetivos e mostrar a outros que, também eles, são capazes!






Um forte abraço e paletes de inspiração**

Fontes (de inspiração):
Coaching: estratégias certeiras para o sucesso profissional e pessoal - Teodoro Malta CamposDescobre O Teu Talento - Mário Caetano, inspiração em ação